- O logotipo original do serviço era o rosto do ator Al Pacino.
- Em média, 200 mil pessoas se cadastram no Facebook todos os dias e permanecem 55 minutos no site.
- Um usuário médio tem 130 amigos.
- Entre os usuários, a categoria demográfica que mais cresce: mulheres acima de 55 anos (900% entre 2009 e 2010). A que mais cai: universitários (queda de 55% no mesmo período)
- O site é cheio de “Easter Eggs”, frases e mensagens ocultas que às vezes se revelam em determinadas buscas.
- O casaco preto com capuz sempre usado por Mark Zuckrberg em suas aparições é considerado uma marca registrada do site tanto quanto o logotipo azul.
- Um estudo mostrou que mulheres costumam ter 55% a mais de mensagens em seus murais.
- Mais de 25 milhões de peças (links, notícias, posts, notas, álbuns de fotos, etc) são compartilhados a cada mês.
- Mais de 300.000 usuários ajudaram a traduzir o site através da aplicação para traduções.
- Existem mais de 100 milhões de usuários ativos atualmente acessando o site Facebook através de seus dispositivos móveis.
- As pessoas que o acessam via celular o Facebook são duas vezes mais ativas do que os usuários não-móveis.
- O usuário do Facebook está conectado em média com 80 páginas, grupos e eventos.
- As pessoas gastam mais de 500 bilhões minutos por mês no Facebook.
- Há mais de 1 milhão de empresários e colaboradores de 180 países no Facebook.
- Facebook tem mais de 500 milhões de usuários ativos
Chat BrasilSud
A história do Presidente Kimball.
“O pecado, como uma jornada, começa com o primeiro passo; e a sabedoria e a experiência ensinam que é mais fácil resistir à primeira tentação do que às posteriores, quando a transgressão já começou a tomar forma. Isso é demonstrado na história da cotovia. Pousada nos altos ramos de uma árvore, livre de qualquer perigo, viu um viajante caminhando pela floresta com uma misteriosa caixinha preta embaixo do braço. A cotovia voou e pousou no ombro do viajante. ‘O que você leva nessa caixinha preta?’ perguntou o pássaro.
‘Minhocas’, respondeu o viajante.
‘São para vender?’
‘São, e bem baratas. Só uma pena por minhoca’.
A cotovia pensou um pouco. ‘Devo ter um milhão de penas. Não vou sentir falta de uma só. Esta é uma boa oportunidade de conseguir um jantar sem nenhum esforço. Então disse que compraria uma. Procurou cuidadosamente embaixo da asa uma pena bem pequena. Estremeceu um pouco ao arrancá-la, mas o tamanho e a qualidade da minhoca fizeram-na logo esquecer a dor. Lá em cima, na árvore, começou a cantar com a mesma beleza de antes.
No dia seguinte o homem também apareceu, e mais uma vez ela trocou uma pena por uma minhoca. Que modo maravilhoso e fácil de conseguir um jantar!
Dali para a frente, todo o dia a cotovia entregava uma pena, e cada perda parecia doer menos e menos. No começo tinha tantas penas, mas com o passar dos dias sentiu que foi ficando mais difícil voar. Finalmente, após perder uma de suas últimas penas, não conseguia mais alcançar o topo da árvore, muito menos voar tão alto como antes. Esvoaçava no máximo dois metros e via-se forçada a procurar alimento junto com os belicosos pardais.
O vendedor de minhocas não apareceu mais, pois não havia mais penas para pagar as refeições. A cotovia deixou de cantar, pois sentia-se envergonhada de seu estado decaído.
É assim que os hábitos indignos tomam conta de nós — a princípio dolorosamente, depois com maior facilidade, até que por fim nos encontramos destituídos de tudo que nos leva a cantar e voar a grandes altitudes. É assim que se perde a liberdade. É assim que nos envolvemos no pecado.” (O Milagre do Perdão [1969], p. 214–215)




